Agenda

Procurar

Palavras chave

Onde

O quê

Quando

  • Evento
    Onde
    Quando
  • FLUXO — OBJETOS, PESSOAS E LUGARES
    NÚCLEO DA ALFÂNDEGA DO MUSEU DO PORTO
    Até 19 ABR 2026 17:30

    A primeira exposição do Museu das Convergências propõe uma reflexão sobre a relação entre objetos, pessoas e lugares, entendendo o fluxo como movimento contínuo que atravessa tempos e geografias distintos. Com mais de 120 objetos provenientes, maioritariamente, da Coleção Távora Sequeira Pinto – em depósito no Museu das Convergências – complementada por empréstimos de várias instituições e de cinco comunidades religiosas da cidade do Porto, a mostra evidencia como os objetos circulam entre contextos, adquirem novos significados e testemunham encontros culturais, revelando trajetórias individuais e coletivas que ligam mobilidades humanas, trocas materiais e relações simbólicas. Utensílios domésticos, fragmentos arqueológicos e obras de arte, organizam-se em seis núcleos temáticos que rompem a linearidade do tempo. «Objetos de passagem» reúne peças associadas a rituais funerários de várias épocas e geografias. «Lugares consagrados» apresenta objetos concebidos para delimitar ou transformar o espaço. N’ «O sagrado, o espiritual e o religioso», revelam-se objetos centrais nos rituais e na construção de universos simbólicos de diversas comunidades religiosas. «Objetos de poder e esplendor» aborda a utilização de objetos e obras de arte na afirmação de poder secular e religioso e na construção de estatuto social. Já «Imaginários do lugar» explora a presença da viagem, do território e da distância na formação de discursos e identidades. O percurso expositivo encerra com «Olhares cruzados», que reúne obras e documentação gráfica sobre diferentes formas de representar o “outro”, da mobilidade e dos encontros ente culturas.

    Ver mais
  • CURSO DE PRIMAVERA — OS OSSOS TAMBÉM FALAM
    RESERVATÓRIO
    Até 23 ABR 2026 17:30

    Neste curso será abordado o estudo dos restos de animais encontrados em sítios arqueológicos, na maioria ossos, dentes e conchas, que contam uma história sobre o nosso passado. A Zooarqueologia estuda como se desenvolveram as relações entre homens e animais no passado, utilizando metodologias interdisciplinares para compreender relações interespecíficas que, em alguns casos, se transformaram em caminhos evolutivos paralelos, como é o caso do cão, gato e algumas espécies exóticas.

    Ver mais
  • CLUBE DE POESIA — A POESIA ADORA ANDAR DESCALÇA
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    Até 29 ABR 2026 16:00

    Sob o mote de Eugénio de Andrade, A Poesia Adora Andar Descalça, inicia-se o Clube de Poesia da Biblioteca Poética Eugénio de Andrade. O clube pretende ser um espaço colaborativo para explorar, discutir e partilhar o universo da palavra, seja através da leitura e análise de poemas de autores reconhecidos, da criação de textos originais ou da reflexão sobre temas universais.

    Ver mais
  • CURSO BREVE — LER E OUVIR JOSÉ AFONSO
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT / AUDITÓRIO
    Até 4 MAI 2026 18:00

    José Afonso é conhecido como o nosso maior cantor de intervenção. Esta perspetiva é muito redutora porque ofusca a sua real dimensão artística de compositor e de poeta. A canção de intervenção explicitamente política é uma parte minoritária da sua obra. Muitas das suas letras políticas foram escritas numa linguagem de feição surrealista para escaparem às malhas da censura, mas, por isso mesmo, escapavam também às malhas da compreensão e funcionavam acima de tudo como arte literária, entendida por muita gente como nonsense. Depois, há um grande número de canções «não políticas», em que José Afonso se revela como um poeta de um lirismo estonteante, que vai, sempre à sua maneira, do neorrealismo ao surrealismo, passando por algumas incursões camonianas, porque Camões e os trovadores eram manifestamente uma das suas grandes paixões. É este José Afonso completo, para além do cantor de intervenção, que se pretende mostrar neste Curso Breve, que evoca a obra do grande mestre na renovação da música popular portuguesa.

    Ver mais
  • O VOO DA ÁGUIA II: ANTÓNIO CARNEIRO E A LITERATURA
    ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO
    Até 24 MAI 2026 18:00

    Após uma primeira exposição, em que se procurou mapear o inicio da carreira de António Carneiro, a sua passagem por Paris, as influências que recebeu e a elaboração de uma poética simbolista, de que se deram exemplos vários, desde a sua obra seminal, o tríptico «A vida – Esperança, Amor, Saudade», até às posteriores, em que essa estética se afirmou e consolidou, esta segunda parte procura perceber um outro eixo fundamental desta obra, encerrando o ciclo expositivo propiciado pela reabertura do Ateliê em 2024, numa iniciativa do Município do Porto e projeto de reabilitação do arquiteto Camilo Rebelo.

    Ver mais
  • PRISMA — DO DOURO AO PORTO
    MUSEU DO VINHO DO PORTO
    Até 1 AGO 2026 17:30

    A origem do vinho do Porto surge de uma conjugação geográfica, social, histórica e económica invulgar e complexa, onde realidades urbanas e rurais se intercetaram, e da natureza rica e diversa do Douro, representada nesta exposição pela luz branca que, ao embater no prisma humano, é processada e interpretada, gerando um espectro de cores imenso. Tudo isto desaguou numa cultura de contrastes multifacetada e de infinitas possibilidades. Nesta viagem do Douro ao Porto descreve-se de forma simples os três momentos de feitura do vinho, sob perspetivas micro e macro, e a cultura que cada um deles originou: a Cultura da Terra, do Vinho e do Tempo.

    Ver mais
  • BANCO DE MATERIAIS — FRAGMENTOS DA CIDADE EM CONTA CORRENTE — INAUGURAÇÃO
    PALACETE DOS VISCONDES DE BALSEMÃO / BANCO DE MATERIAIS
    17 ABR 2026 17:30–19:00

    «Fragmentos da Cidade em Conta Corrente» é o título da exposição que recorre, de forma metafórica, a uma expressão do universo bancário para apresentar uma seleção de peças deste projeto pioneiro da Câmara Municipal do Porto, criado com o objetivo de salvaguardar o património arquitetónico e artístico integrado na arquitetura da cidade.

    Ver mais
  • GABINETE DE NUMISMÁTICA — EXÉRCITO, GUERRA E MOEDA NA HISPANIA — INAUGURAÇÃO
    PALACETE DOS VISCONDES DE BALSEMÃO
    17 ABR 2026 17:30–19:00

    Esta exposição do Gabinete de Numismática do Museu do Porto convida a uma viagem pela Península Ibérica na Antiguidade: das primeiras presenças gregas e cartaginesas à chegada das legiões romanas, das guerras civis que abalaram o Império às fundações dos reinos Suevo e Visigodo de Toledo. Em cada etapa, a moeda surge como testemunha privilegiada – e por vezes como arma – dos conflitos que moldaram este território.

    Ver mais
  • CONVERSAS AO SOL — O SENTIMENTO DA NATUREZA NA POESIA DE EUGÉNIO DE ANDRADE
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    17 ABR 2026 21:00–22:00

    Esta segunda sessão do ciclo, dedicada ao tema “O sentimento da natureza na poesia de Eugénio de Andrade”, contará com a participação de Carlos Fiolhais, Professor Catedrático jubilado de Física da Universidade de Coimbra, amplamente reconhecido como uma das mais destacadas figuras da divulgação científica em Portugal, e também autor com incursões no domínio da poesia. Esta dupla condição — científica e literária — confere uma especial densidade à leitura que faz da obra de Eugénio de Andrade.

    Ver mais
  • OFICINA DE POESIA VISUAL — PENSANDO A IMAGEM OLHANDO O TEXTO #1
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    18 ABR 2026 11:00–12:00

    Partindo da interpretação e análise de obras que rompem com a linearidade textual, convidam-se os participantes a criar texto-imagem com gramáticas visuais e espaciais próprias: anagramas, caligramas, tipogramas; diagramas; constelações. Nesta oficina, Estela Rodrigues pretende promover um momento de fruição e experimentação poética inspirada em autores de poesia visual e concreta, como Ana Hatherly e outros, com recurso a diferentes técnicas que expressam a dissolução das fronteiras entre escrita e imagem: nem o texto é legenda, nem a imagem é ilustração.

    Ver mais
  • OFICINA PARA FAMÍLIAS — SUA MAJESTADE ESCONDEU-SE NUM JARDIM DE MAÇÃS E BORBOLETAS…
    MUSEU ROMÂNTICO
    18 ABR 2026 11:00–12:30

    Era uma vez um Rei viajante que descobriu um lugar encantado com jardins românticos, árvores frondosas, um bosque, uma linda casa e um rio aqui bem perto. Um belo refúgio para se esconder e poder descansar… Para se esconder? Vamos descobrir de onde veio e porquê?

    Ver mais
  • OFICINA DE AZULEJARIA — INVENTA O TEU PADRÃO DE AZULEJO
    PALACETE DOS VISCONDES DE BALSEMÃO / BANCO DE MATERIAIS
    18 ABR 2026 14:30–16:00

    Integrada no programa paralelo da exposição «Banco de Materiais — Fragmentos da cidade em conta corrente» e nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, esta oficina convida os participantes a criarem o seu próprio padrão de azulejo, inspirando-se na tradição ou explorando novas ideias. A atividade propõe uma reflexão simples e criativa sobre o azulejo como algo vivo, que se transforma e resiste mesmo em tempos de crise. Cada participante dará cor a um azulejo único, celebrando a criatividade e a continuidade cultural.

    Ver mais
  • CAMINHOS DO ROMÂNTICO — CARLOS ALBERTO E OS VIZINHOS
    Ponto de encontro: RUA DE ENTREQUINTAS, 328 | Fim: JARDIM DA CASA TAIT
    18 ABR 2026 14:30–16:30

    Carlos Alberto, rei exilado da Sardenha, chega amanhã à cidade do Porto. Todos o sabem, mas ninguém o vê. A sua presença anuncia-se em murmúrios, atravessa ruas e jardins, instala-se na imaginação coletiva. Será a 19 de abril. E, no entanto, foi há 177 anos. Que ânimo o move? Quem o acompanha nesta travessia final? Onde deseja repousar e quem procura primeiro? Pelos caminhos que escolhe para chegar à sua morada derradeira, os vizinhos aguardam, suspensos entre a memória e o pressentimento. Esperam como se a chegada fosse iminente, mas com os olhos pousados num tempo que já passou e que, ainda assim, continua a interpelar o presente. Entre história e ficção, este percurso convoca ecos, silêncios e presenças. Não se trata apenas de revisitar um episódio do século XIX, mas de habitar o intervalo entre o que foi e o que permanece. Porque há chegadas que nunca cessam de acontecer.

    Ver mais
  • CONVERSAS EM PROVA — PROVAS DE VINHO DO PORTO CONVERSADAS NO ÂMBITO DA EXPOSIÇÃO PRISMA
    MUSEU DO VINHO DO PORTO
    18 ABR 2026 15:30–17:30

    Na exposição PRISMA – Do Douro ao Porto, a luz branca simboliza o solo e o clima do Douro, que, ao serem transformados pelo prisma humano, deram origem a um tipo de vinho único: o Vinho do Porto. Tal como a luz se desdobra num amplo espectro de cores ao atravessar um prisma, o produtor de vinho faz escolhas que revelam diferentes tonalidades e expressões do território. Assim, os produtores de vinho são, à semelhança da curadoria e criação artística desta exposição, prismas que filtram, interpretam e transformam o território em expressão sensorial e expositiva. A partir desta conceção, propõe-se um conjunto de provas de Vinho do Porto e conversas entre “prismas”, estruturadas com base nos conteúdos desta exposição, que sintetizam o processo de feitura do vinho: a Cultura da Terra, a Cultura do Vinho e a Cultura do Tempo.

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — CIMBALINO (ESGOTADO)
    CAFÉ PIOLHO
    18 ABR 2026 21:30–23:00

    O Porto é só esta atenção empenhada em escutar os passos dos velhos, que a certas horas atravessam a rua para passarem os dias no café em frente, os olhos vazios, as lágrimas todas das crianças de S. Victor correndo nos sulcos da sua melancolia. Eugénio de Andrade   Uma chávena de café, um jornal aberto e a cidade inteira a acordar. No Piolho, no Ceuta, no Guarany, na Brasileira, no Aviz ou no Majestic, pedia-se um cimbalino, sacudiam-se as páginas impressas e o mundo inteiro ia passando pelos dedos. As grandes manchetes e as notícias locais, o desporto, os negócios, o tempo para amanhã e até a necrologia. Um tempo que passou mas que resiste ainda nas mãos de quem o pratica.

    Ver mais
  • VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CECÍLIA #7
    MUSEU ROMÂNTICO
    19 ABR 2026 16:00–17:30

    O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.

    Ver mais
  • OS TONS IBÉRICOS E O COSMOS SONORO — O FUNDAMENTO (I E II TONS)
    MOSTEIRO DE SÃO BENTO DA VITÓRIA
    19 ABR 2026 18:00–19:30

    Neste primeiro concerto da série «Os Oito Tons como Cosmos Sonoro», mergulhamos na base da arquitetura musical e espiritual da tradição ibérica. Centrado no 1.º e 2.º tons, este programa estabelece o «Fundamento» – o exórdio retórico que fixa o centro tonal e nos liga à terra. Inspirado na cosmologia de Aristóteles e na teoria dos temperamentos de Hipócrates, este concerto explora a estabilidade, a gravidade e o carácter melancólico inerentes a estes modos. Através do diálogo entre o número (proporção) e a palavra (discurso), a música revela-se como uma força que ordena o espírito, conduzindo o ouvinte através de um espaço sonoro de profunda solidez e introspeção, onde a polifonia renascentista e o cantochão definem o primeiro pilar deste universo simbólico.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR CERÂMICO
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    23 ABR 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • REMISTURAR O ARQUIVO — POESIA EXPERIMENTAL #3
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    24 ABR 2026 21:00–22:30

    REMISTURAR O ARQUIVO é um ciclo de cinco sessões dedicadas à apresentação, ativação e remistura do Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa, entendendo o arquivo não como repositório fixo, mas como matéria viva, instável e reprogramável.

    Cada sessão deste ciclo, conduzido pelo curador Rui Torres, conta com a participação de um convidado especialista nas áreas abordadas que propõe o cruzamento entre investigação, curadoria, criação artística e debate público, a partir de cinco dimensões da poética experimental: Texto-Imagem, Texto-Texto, Texto-Som, Texto-Espaço e Texto-Código.

    Ver mais
  • VISITA BOTÂNICA — PLANTAS E REVOLUÇÕES — NATUREZA, SÍMBOLOS E LIBERDADE
    ATELIÊ ANTÓNIO CARNEIRO
    26 ABR 2026 11:00–12:00

    Visitas que exploram, a partir das representações de plantas presentes nas coleções, itinerários de relação entre imagem, ciência e cultura, revelando os modos como a natureza foi historicamente concebida, representada e apropriada em diferentes contextos e materializações. Nesta visita botânica, começamos pelos elementos naturais e paisagens representados nas pinturas do Ateliê António Carneiro, onde a natureza surge como metáfora espiritual e literária. A partir desse olhar interior, seguimos para o jardim do Ateliê, onde as plantas ajudam a compreender uma ideia fascinante: ao longo da história humana, muitas revoluções adotaram plantas como símbolos de liberdade, esperança ou transformação. No exterior, espécies como a oliveira, o plátano, o cipreste, a camélia ou a laranjeira permitem aprofundar como diferentes sociedades transformaram plantas reais em símbolos de liberdade, memória e mudança.

    Ver mais
  • OFICINA PARA FAMÍLIAS — IMPRESSÕES DA LIBERDADE
    MUSEU ROMÂNTICO
    26 ABR 2026 11:00–12:30

    Inspiradas pela paisagem natural do Museu Romântico, em articulação com fontes tipográficas de revistas e jornais, as famílias serão desafiadas a desenhar e recortar letras para compor palavras relacionadas com o tema da liberdade. Depois é só misturar tudo e criar uma matriz serigráfica coletiva. O resultado? Edição de posters geniais e originais!

    Ver mais
  • VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CECÍLIA #8
    MUSEU ROMÂNTICO
    26 ABR 2026 16:00–17:30

    O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR METÁLICO
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    30 ABR 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — DRAGÃO
    BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
    2 MAI 2026 17:00–18:30

    O Porto não é em rigor uma cidade: é uma família. João Chagas   Não apenas um ser mitológico, mas um símbolo em que os habitantes da cidade se reconhecem. No brasão, o azul sustém um castelo de ouro sobre um mar ondulado; ao centro, a Virgem de Vandoma com o Menino, por cima das pedras, o dragão – corpo de fogo, asas e garras – a memória do cerco e da coragem de quem resistiu. No estádio, nas ruas, nos Paços do Concelho, sempre a mesma promessa, a de não baixar a cabeça.

    Ver mais
  • VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CECÍLIA #9
    MUSEU ROMÂNTICO
    3 MAI 2026 16:00–17:30

    O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.

    Ver mais
  • DERIVA #60 — DO JARDIM DA CORDOARIA AO JARDIM DAS VIRTUDES
    Ponto de encontro: JARDIM DA CORDOARIA (JUNTO AO PARQUE INFANTIL) | Fim: JARDIM DAS VIRTUDES
    5 MAI 2026 14:30–9 MAI 2026 14:30

    O Jardim da Cordoaria e o Jardim das Virtudes integram a estrutura verde do Porto e guardam, nas suas alamedas e socalcos, árvores que testemunham a construção paisagística e cultural da cidade. Alguns destes exemplares assumem particular relevância histórica e botânica, sendo oficialmente reconhecidos como árvores classificadas de interesse público.

    Ao longo do percurso serão observadas espécies marcantes da paisagem urbana como plátanos, tílias, carvalhos, cedros e araucárias, bem como o notável ginkgo das Virtudes, o maior exemplar de Ginkgo biloba em Portugal. Através destas árvores será explorada a relação entre botânica e transformação urbana, compreendendo o arvoredo como herança viva.

    Esta deriva propõe um olhar atento sobre a cidade a partir das suas árvores, entendidas como testemunhas de mudanças sociais e ambientais. Entre a densidade do jardim histórico e os socalcos abertos ao Douro, o percurso convida a ler a paisagem como documento e experiência sensível do Porto contemporâneo.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR DE MADEIRA
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    7 MAI 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR DE MADEIRA #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    9 MAI 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • VI FESTIVAL INTERNACIONAL DE SANTA CECÍLIA #10
    MUSEU ROMÂNTICO
    10 MAI 2026 16:00–17:30

    O Festival Internacional Santa Cecília regressa ao Museu do Porto numa sexta edição que reafirma a sua posição de referência no panorama musical. Ao longo de dez concertos, todos os domingos entre 1 de março e 10 de maio de 2026, às 16h00, o festival volta a celebrar o piano enquanto instrumento de convergência artística, reunindo tradição e contemporaneidade num programa de elevada exigência artística e singular elegância.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR ESCULTÓRICO
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    14 MAI 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR ESCULTÓRICO #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    16 MAI 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — VINHO
    CASA DOS LIVROS
    16 MAI 2026 17:00–18:30

    Nos entrepostos dos cais em armazéns, comerciantes trocam por esterlino o vinho que é o sangue dos seus corpos, moeda pobre que são os seus destinos. Joaquim Namorado   A palavra não designa apenas uma bebida: é antes um rio antigo que ainda corre e o esforço inteiro de muitas gerações. Não é apenas vinho, mas tempo e sabedoria. O Vinho do Porto é o Douro a descer devagar, são pipas que mastigam os anos no escuro das caves e a doçura lenta em que se transforma a dureza da terra.

    Ver mais
  • RESGATE #45 — O BAÚ DE RESGATES – DE 2005 A 2025 #2
    CASA DO INFANTE
    21 MAI 2026 15:30–16:30

    Tudo começa no primeiro ano do «Documento do Mês» da Casa do Infante, um ciclo inovador, criado pelo então diretor Manuel Real com o objetivo de divulgar os recursos documentais do Arquivo Histórico Municipal do Porto (AHMP), aproximar os munícipes da instituição e destacar um tema da vida local.

    Este baú pertence a Manuel Araújo, Técnico Superior do AHMP há 33 anos, que inicialmente trabalhou e apresentou temas ligados à sua área de intervenção dentro do Arquivo Histórico, a fotografia. Com o tempo, as apresentações foram-se estendendo a assuntos mais diversos que intervieram na transformação e desenvolvimento da cidade. Nos últimos anos, já sob a designação de «Resgate», as abordagens adquiriram uma tonalidade diferente, marcada pela presença da Igreja e dos seus ritos, dimensão que tanto marcou o quotidiano dos habitantes do Porto.

    Dividido em duas partes, este é o seu último Resgate enquanto técnico da casa. Por isso, e como forma simples de agradecimento e de um «Até já!», propõe um olhar retrospetivo, um basculhar, sobre o seu próprio baú.

    Ver mais
  • OFICINA DE POESIA VISUAL — PENSANDO A IMAGEM OLHANDO O TEXTO #2
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    23 MAI 2026 11:00–12:00

    Partindo da interpretação e análise de obras que rompem com a linearidade textual, convidam-se os participantes a criar texto-imagem com gramáticas visuais e espaciais próprias: anagramas, caligramas, tipogramas; diagramas; constelações. Nesta oficina, Estela Rodrigues pretende promover um momento de fruição e experimentação poética inspirada em autores de poesia visual e concreta, como Ana Hatherly e outros, com recurso a diferentes técnicas que expressam a dissolução das fronteiras entre escrita e imagem: nem o texto é legenda, nem a imagem é ilustração.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR CERÂMICO #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    23 MAI 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • REMISTURAR O ARQUIVO — POESIA EXPERIMENTAL #4
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    23 MAI 2026 16:00–17:30

    REMISTURAR O ARQUIVO é um ciclo de cinco sessões dedicadas à apresentação, ativação e remistura do Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa, entendendo o arquivo não como repositório fixo, mas como matéria viva, instável e reprogramável.

    Cada sessão deste ciclo, conduzido pelo curador Rui Torres, conta com a participação de um convidado especialista nas áreas abordadas que propõe o cruzamento entre investigação, curadoria, criação artística e debate público, a partir de cinco dimensões da poética experimental: Texto-Imagem, Texto-Texto, Texto-Som, Texto-Espaço e Texto-Código.

    Ver mais
  • OFICINA DE POESIA VISUAL — PENSANDO A IMAGEM OLHANDO O TEXTO #3
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    30 MAI 2026 11:00–12:00

    Partindo da interpretação e análise de obras que rompem com a linearidade textual, convidam-se os participantes a criar texto-imagem com gramáticas visuais e espaciais próprias: anagramas, caligramas, tipogramas; diagramas; constelações. Nesta oficina, Estela Rodrigues pretende promover um momento de fruição e experimentação poética inspirada em autores de poesia visual e concreta, como Ana Hatherly e outros, com recurso a diferentes técnicas que expressam a dissolução das fronteiras entre escrita e imagem: nem o texto é legenda, nem a imagem é ilustração.

    Ver mais
  • PASSEIOS PELAS MATÉRIAS DA CIDADE — PASSEIO COM OLHAR METÁLICO #2
    Ponto de encontro: BANCO DE MATERIAIS
    30 MAI 2026 11:00–12:15

    Deambulações que partem do Banco de Materiais em direção ao espaço público. Os elementos da arquitetura tornam-se mote para a criação de narrativas vivas: azulejos que guardam memórias, batentes que anunciam histórias, claraboias que filtram a luz e ferros forjados que desenham sombras no chão. A cada passo, os elementos arquitetónicos emergem como uma linguagem própria — símbolos que traduzem tradições, técnicas e imaginários coletivos.

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — BURGUESIA
    BIBLIOTECA MARTA ORTIGÃO SAMPAIO
    30 MAI 2026 17:00–18:30

    Na rua escura as lojas de oiro e pano São pedras frias, frígidas mas quietas. Ó frios mercadores de oiro e pano Porto! Mercado frio e desumano... E no entanto ali é que há Poetas! Pedro Homem de Mello   Palavra dita à pressa, com a rua na boca. No Porto, a palavra cola-se a uma cidade autónoma, de iniciativa e comércio, que aprendeu cedo a decidir por si e a negociar o seu lugar. Mas burguesia é também poder: quem entra, quem manda, quem fica de fora. Que cidade é esta que foi sendo feita? Que papel representa no país que queremos contruir?

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — TRIPAS
    RESTAURANTE LÍDER
    6 JUN 2026 17:00–18:30

    Um dia, num restaurante, fora do espaço e do tempo, Serviram-me o amor como dobrada fria. Disse delicadamente ao missionário da cozinha Que a preferia quente, Que a dobrada (e era à moda do Porto) nunca se come fria. Álvaro de Campos   Uma palavra que é prato e metáfora, história e temperamento. As tripas à moda do Porto contam-se como gesto antigo de generosidade e escassez – dar o melhor e ficar com o resto – e, desde então, a cidade aprendeu a reconhecer-se nesse binómio e a fazer das tripas coração.

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — MURALHA
    MUSEU GUERRA JUNQUEIRO
    20 JUN 2026 17:00–18:30

    Toda a cidade, com as agulhas dos templos, as torres cinzentas, os pátios e os muros em que se cavam escadas, varandas com os seus restos de tapetes de quarto dependurados e o estripado dos seus interiores ao sol fresco, tem toda ela uma forma, uma alma de muralha. Agustina Bessa-Luís   A cidade escreve-se com uma linha de pedra: para guardar, para separar, para afirmar. A Fernandina apertou o Porto com portas e postigos, medindo o medo e a ambição, o dentro e o fora. Hoje sobra em fragmentos – uma escada, um pano de muro, um vão discreto para o Douro – e ainda assim cumpre o essencial: lembrar que o Porto cresceu a defender-se, e a marcar o seu lugar.

    Ver mais
  • REMISTURAR O ARQUIVO — POESIA EXPERIMENTAL #5
    BIBLIOTECA POÉTICA EUGÉNIO DE ANDRADE
    20 JUN 2026 21:00–22:30

    REMISTURAR O ARQUIVO é um ciclo de cinco sessões dedicadas à apresentação, ativação e remistura do Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa, entendendo o arquivo não como repositório fixo, mas como matéria viva, instável e reprogramável.

    Cada sessão deste ciclo, conduzido pelo curador Rui Torres, conta com a participação de um convidado especialista nas áreas abordadas que propõe o cruzamento entre investigação, curadoria, criação artística e debate público, a partir de cinco dimensões da poética experimental: Texto-Imagem, Texto-Texto, Texto-Som, Texto-Espaço e Texto-Código.

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — CORAÇÃO
    IGREJA DA LAPA
    4 JUL 2026 17:00–18:30

    Acordes da guitarra que forja o horizonte, que guia o sinuoso voo das gaivotas e acaricia a pele que rasga atalhose atalhos no interior dos sonhos. Estarei vivo enquanto assim me guardar teu coração. Egito Gonçalves   O que nos liga a uma cidade? O que nos faz pertencer a um lugar? O que nos leva a identificarmo-nos com as ruas, com as pedras, com as gentes e as paisagens? Porque nos falta a chuva miudinha que continua a cair numa longínqua infância? O corpo vai para onde for preciso, mas o coração bate ao ritmo dos primeiros passos – das primeiras futeboladas, das primeiras saídas à noite – como se a cidade, mesmo longe, nos chamasse ainda pelo nome

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — RIBEIRA
    CASA DO INFANTE / BIBLIOTECA DE ASSUNTOS PORTUENSES
    18 JUL 2026 17:00–18:30

    Ali o cais, a Ribeira, os rostos, as vozes, os gritos, os gestos. Uma beleza funda, grave, rude e rouca.   Sophia De Mello Breyner     Duas ribeiras que namoram à distância de um mesmo Douro - a partir do Porto e de Gaia, dois autores com fortes ligações ao território e aos seus habitantes vão conversar sobre o que os aproxima e os separa, sobre o rio que passa e o rio que já passou, sobre duas cidades rasgadas pelas águas e unidas por muitas pontes.

    Ver mais
  • UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — LIBERDADE
    PAÇOS DO CONCELHO
    3 OUT 2026 17:00–18:30

    Não há Portugal sem o Porto e não há Porto sem um permanente amor à liberdade.   António José Seguro     “Liberdade, liberdade, quem a tem chama-lhe sua”, a cidade do Porto sempre a teve e sempre fez questão de lhe chamar sua. Contra os desmandos do poder, contra o absolutismo, contra o centralismo, contra qualquer ameaça que ponha em causa a sua independência e a sua identidade. O Porto é uma cidade de pensamento, de indústria, de resistência e de criatividade, mais do que um arranjo de pedras e gente, é um atravessar de vozes que gritam liberdade.

    Ver mais